Itália
A Itália é o centro da casa. São 18 produtores em dez regiões, do Piemonte à Sicília, quase todos de propriedade familiar e nenhum deles de escala industrial.
O que junta nomes tão diferentes é o critério de escolha: cada casa aqui faz vinho de um lugar específico, com a casta que aquele lugar sabe fazer melhor que ninguém. O Nebbiolo das Langhe na Barale Fratelli, casa de 1870. A Barbera que a Braida tirou do papel de vinho de todo dia e colocou entre os grandes. O Teroldego que Elisabetta Foradori resgatou no Trentino. O Sagrantino de Paolo Bea, em Montefalco, feito por quem faz vinho natural desde antes de o termo existir. O Pinot Bianco de altitude da Cantina Terlano, no Alto Adige. O Caberlot do Podere Il Carnasciale, uma casta que existe em um vinhedo só do mundo.
São rótulos que provamos na origem, casa por casa, antes de entrarem na carta. Boa parte deles você não encontra em outra prateleira.